Acessibilidade


O direito à acessibilidade para as pessoas com deficiência é fundamental para os direitos humanos, e para o exercício da cidadania, garantindo assim o direito constitucional de igualdade de oportunidades de acesso às informações para todos. Portanto, o Comitê Brasileiro de Clubes segue as recomendações de acessibilidade indicadas para a web.
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O Rybená – tradutor de Libras e Voz é uma solução de acessibilidade que usa uma tecnologia de ponta e totalmente nacional. O software possibilita a tradução de textos em português para a Língua de Sinais Brasileira (Libras), além de converter a escrita em português para o idioma falado. Essa ferramenta permite a acessibilidade assistida que facilitará o acesso às informações.

COMO FUNCIONA
  1. Clique nas mãos e/ou rosto (lado esquerdo da página).
  2. Selecione o texto que deseja traduzir.
  3. Aguarde e veja a tradução.
Modais (imagens ou textos que aparecem sobrepostos ao conteúdo do site) e Flash não são utilizados, pois suas características impossibilitam o acesso dessa parte do conteúdo a deficientes visuais. Navegação via teclado, através de teclas de atalho, para que o usuário não precise buscar pelos botões de navegação na tela, podendo concentrar-se apenas na informação.

O menu invisível é o primeiro item de navegação da pessoa com deficiência, possibilitando a esta percorrer as páginas de forma mais objetiva, direcionando-a às áreas de topo, menu e rodapé. Todas as imagens são acompanhadas por uma descrição, garantindo a compreensão do que está sendo retratado.
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CBC

Nossa História

Página Inicial - O CBC - Sobre o CBC - Nossa História


A partir da mudança na Lei 9.615/98, o CBC passou a integrar o Sistema Nacional do Desporto, representando o segmento Clubístico, e a partir de 2014, atuando em sua nova missão no desenvolvimento da Política de Formação de Atletas Olímpicos e Paralímpicos custeados pelo recebimento do equivalente a 0,5% dos recursos oriundos dos Concursos de Prognósticos Federais, destinados exclusivamente para esse fim.

De lá para cá, nos estruturamos e passamos, de forma democrática e transparente, a organizar Editais de Chamamento de Projetos (chamadas públicas) para que os clubes formadores pudessem enviar seus projetos e a receber recursos de forma estruturada para a viabilização da contratação de equipes técnicas e multidisciplinares, aquisição de materiais e equipamentos esportivos ou participações em competições.



Consolidado como a principal entidade representante dos clubes formadores e também de fomento à formação de atletas no Brasil e reconhecida ao lado do Comitê Olímpico do Brasil - COB e Comitê Paralímpico do Brasil - CPB, o Comitê Brasileiro de Clubes iniciou sua História em 1990, ainda com o nome de Confederação Brasileira de Clubes. Nesta época, seu foco era incentivar a criação das primeiras federações estaduais, instituindo os Congressos realizados pelas entidades com o apoio do CBC e a redação do Estatuto Social da então Confederação.

Ao longo da década, o objetivo foi se voltando para acertar a constituição jurídica do CBC, conquistando ainda a isenção do COFINS para o segmento e a captação de mais clubes e federações. Em sua evolução, a então Confederação Brasileira de Clubes criou um Plano Estratégico para ampliar e melhorar a prestação de serviços aos clubes.

A Lei nº 9.615/98 trouxe o reconhecimento da entidade como parte do Sistema Nacional do Desporto, pois transferiu o correspondente a 0,5% dos valores recebidos nos concursos de prognósticos federais com destino único e exclusivo para formação de atletas olímpicos e paralímpicos nos clubes.

Em 2014 tivemos os primeiros trabalhos de descentralização dos recursos oriundos da Lei nº 9.615/98 aos clubes, além da capacitação dos gestores dos clubes em oficinas específicas para que estes participem da política de formação de atletas do CBC de forma democrática e transparente.

Isso se deve ao fato de que, no Brasil, são os clubes os responsáveis por desenvolver e revelar talentos nos mais diversos esportes olímpicos e paralímpicos. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, entre os 465 atletas que integraram a delegação brasileira, 390 foram formados em clubes - o que representa 84% dos participantes. Entre 19 pódios em que o Brasil esteve presente, em 17 seus atletas passaram por clubes esportivos formadores de atletas ? o que representa um percentual de 89% entre os medalhistas.

O Comitê Brasileiro de Clubes, em novo reposicionamento a partir de 2017 evidencia sua relevância dentro do Sistema Nacional do Desporto, apresentando também nova identidade visual. Seu atual símbolo representa um atleta no seu ponto de partida, dando a largada para a realização de um sonho. Sua inclinação remete a impulso e força. A fonte utilizada demonstra firmeza e equilíbrio. Entre o "B" e o "C" um pequeno detalhe iconográfico da bandeira do Brasil. O "C" no final juntamente com o círculo forma uma pessoa de braços abertos, gerando receptividade e acolhendo os atletas. As cores escolhidas para o símbolo foram retiradas da bandeira do Brasil.




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